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18 JAN

Galerias, Leilões e o mercado de Arte

Em todas as grandes cidades do mundo a existência de galerias demonstra um bom nível cultural de seus habitantes que nelas veem não apenas um lugar para comprar mas, também, lugar de cultura onde se toma conhecimento da obra de artistas consagrados ou promissores, conhecimento de técnicas e valores de mercado.

Belo Horizonte, construída no começo do século XX, só teve suas primeiras exposições profissionais nos anos 56/57, quando Geraldo Andrada e Roque Nunes criaram  uma loja de decoração onde  expunham quadros dos artistas mineiros. Depois, veio Salvio de Oliveira, do Sul do país, e organizou verdadeiramente a  primeira  galeria de arte da cidade – a galeria Guignard – que funcionou no saguão do Teatro Marília. Ali, Salvio expos artistas consagrados e iniciantes, ofereceu encontros culturais, fez lançamentos de livros e criou um barzinho onde a inteligência mineira se reunia, assim cumprindo seu papel de agente formador  de cultura.

Belo Horizonte de hoje oferece muitas galerias mas, em sua maior parte, voltada apenas para o lado comercial, o que é uma pena, pois seu papel vai muito além do comercial – é promover palestras para seus freqüentadores, sessão de vídeos de arte, encontros entre artistas e público e principalmente, orientar as pessoas quanto as possibilidades de crescimento  dos artistas ali expostos no mercado de arte.

Os leilões acontecidos em BH nas galerias Errol Flynn , Vitor Braga, Palácio dos Leilões  e Agnaldo Galeria, têm oferecido ao público a oportunidade de contato com grandes artistas, bem como  a publicação de ótimos catálogos que, espalhados por vários lugares e cidades, levam ao público  informações sobre o que de bom há no mercado, média de preços, etc, assim cumprindo em parte sua função de agente cultural.

Destacam-se ,neste universo, as Galerias Errol Flynn,  e Beatriz Abi-Acl  que têm mantido exposições temporárias e renovação permanente dos seus acervos, assim permitindo ao público um contato direto com uma produção artística nacional de ótima qualidade.


Yara Tupynambá: Folia de Reis de José Lino

Folia de Reis de José Lino (Yara Tupynambá)

Técnica: Acrílico sobre tela

Dimensões: 50 x 60 cm

Atenção:
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Comentários

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Adoraria obter este quadro Folia de Reis

Anônimo
20/01/2012 às 14h48 Responder

Muito legal! Bacana demais ter um pouco da experiência da Yara Tupinambá aqui no Sou BH!